POR ROBSON VICENTE
PAC2 beneficiará mais de 4,6 mil municípios a
partir de 2013
Os 4.675 municípios que se cadastraram na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) receberão a partir do ano que vem, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), máquinas retroescavadeiras e moto-niveladoras para a construção e recuperação de estradas vicinais, importantes para o escoamento da produção da agricultura familiar. O prazo para o cadastramento encerrou-se no dia 31 de outubro e teve mais de 96% de adesão.
Os 4.675 municípios que se cadastraram na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) receberão a partir do ano que vem, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), máquinas retroescavadeiras e moto-niveladoras para a construção e recuperação de estradas vicinais, importantes para o escoamento da produção da agricultura familiar. O prazo para o cadastramento encerrou-se no dia 31 de outubro e teve mais de 96% de adesão.
A ação prevê 3,5
mil retroescavadeiras e 1.330 moto-niveladoras. Os municípios que serão
beneficiados têm até 50 mil habitantes e estão fora das regiões metropolitanas.
Dos cadastrados, 4.582 entraram na modalidade individual e 93 na modalidade
associação/consórcio (conjunto de municípios com, no mínimo, três e, no máximo,
seis associados, todos com menos de 50 mil habitantes). A próxima etapa é a
entrega e análise dos documentos dos municípios que se cadastraram na segunda
modalidade, quando o MDA solicitar.
Em sua primeira
fase, 1.299 municípios foram contemplados com as máquinas. A intenção é
universalizar a ação, doando retroescavadeiras para todos os municípios
brasileiros que se cadastraram. O investimento com a aquisição das máquinas já
soma mais de R$ 1 bilhão.
MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO
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Da deputada estadual Márcia Maia |
ÍNDICE FIRJAN
O Índice Firjan de Desenvolvimento
Municipal (IFDM) é um estudo anual da Federação das Indústrias do Estado do Rio
de Janeiro (FIRJAN) que acompanha o desenvolvimento dos mais de cinco mil
municípios brasileiros em três áreas: Emprego e Renda, Educação e Saúde. A média
aritmética dessas áreas dará o índice de desenvolvimento municipal de cada
cidade, cuja divulgação de 2010 foi realizada após as eleições municipais para
evitar o uso dos números como “moeda eleitoral”.
Para ser calculado, o índice se baseia,
exclusivamente, em estatísticas públicas oficiais e disponibilizadas pelos
ministérios do Trabalho, Educação e Saúde e vem sendo realizado desde 2008. Nenhuma
informação que compõe o índice é coletada diretamente nas cidades (in loco). O primeiro índice demorou
quase oito anos para ser divulgado, tamanha a quantidade de dados e municípios
pesquisados. Atualmente, o índice ainda requer de quase dois anos para sua divulgação
oficial.
O índice da pesquisa varia de 0 a 1 – utilizando
14 casas decimais. “Quanto mais próximo
de 1, maior o desenvolvimento da localidade. A metodologia do índice possibilita
determinar se a melhora ocorrida em determinado município decorre da adoção de
políticas específicas ou se o resultado obtido é apenas reflexo da queda dos
demais municípios pesquisados”.
O FIRJAN DE POÇO BRANCO
Ao contrário do que se pensa o índice Firjan não avalia apenas o
desempenho das Prefeituras Municipais e sim o conjunto da economia dos munícipios.
Considera-se, inclusive, a presença e influência da inciativa privada nas três áreas
avaliadas.
Apesar da queda de colocação no ranking estadual em 2010 (166º), o desempenho
de Poço Branco só tem crescido desde o ano 2000. Os itens “Educação e Saúde”,
como se ver na tabela acima, alcançaram em 2010 os melhores índices Firjan
da história recente do município. Entretanto, desde o ano 2000 que o município de Poço Branco tem sofrido variações no item “Emprego e Renda” (ver figura abaixo) que, de certa forma, retardam o desenvolvimento do município.
Há várias explicações para tal fenômeno. Uma delas é que, em geral, o item em questão
não tem como receber a mesma prioridade administrativa de outras áreas, seja em
pequenos e até em grandes municípios. Basta ver que são poucos os que tiveram índices
de “Emprego e Renda” superiores aos de “Saúde e Educação”.
Outro motivo é que, em pequenas cidades, praticamente todas as ações decorrentes
dessas áreas são iniciativa pública (municipal, estadual e/ou federal) e a ausência
de recursos específicos, de parques industriais e centros comerciais privados, por
exemplo, geralmente empurram o item “Emprego e Renda” para baixo.
Outra explicação para o fraco desempenho de algumas cidades na geração
de “Emprego e Renda” é que muitas delas possuem políticas públicas
voltadas muito mais para áreas não avaliadas diretamente pelo índice Firjan (tais como
Assistência Social, Cultura, Esporte e Lazer, Agricultura, Habitação, etc.). Além
disso, a geração de empregos e negócios informais em pequenas cidades (sem Carteira
de Trabalho) também não é visto e avaliado pelo índice.
Os pesos matemáticos iguais e utilizados para a composição final do índice municipal
também são questionados. Entende-se que municípios sem estruturas auxiliares para ajudar
na geração de “Emprego e Renda” não deveriam receber o mesmo peso para as três ações
pesquisadas: estes deveriam depender de cada região e realidade local. Também
é preciso considerar que “Educação e Saúde” recebem recursos e convênios destinados
especificamente, enquanto que a geração de “Emprego e Renda” acaba demandando ações
com maior dependência de parcerias externas e nem sempre possíveis ou fáceis de formar.
COMPARAÇÕES A CONSIDERAR
Na pesquisa Firjan de 2010, considerando os 167 municípios do RN, Poço Branco
foi o 118º no quesito “Saúde”; 163º em “Educação” e, apesar da baixa nota, foi 162º em “Emprego e Renda”. Na
classificação final, o município ficou em penúltimo lugar no Estado (166º) – à frente
apenas de Pilões. Para efeito de comparações e considerando as realidades
parecidas de cidades vizinhas a Poço Branco:
Taipu (161º) foi 154º no quesito “Saúde”; 166º em “Educação” e 63º em “Emprego
e Renda”. João Câmara (128º) ficou em 130º no quesito “Saúde”; 160º em “Educação”
e em 24º em “Emprego e Renda”. O município de Ceará Mirim (153º) ficou em 144º no quesito “Saúde”; 152º
em “Educação” e em 120º em “Emprego e Renda”. Bento Fernandes (101º) ficou em 85º no quesito “Saúde”; 67º em “Educação”
e em 127º em “Emprego e Renda”. Pureza (135º) ficou em 127º no quesito “Saúde”; 125º em “Educação” e em
116º em “Emprego e Renda”.
8 comentários:
amigo contra fato não á argumento,Poço Branco foi o ultimo colocado,não queira tapá o sol com a peneira vamos ser realista.
Ué, ninguem ta tapando sol com a peneira nao anonimo olha a tabela pra ver se Poco Branco nao ta em penultimo. O rn tem 167 cidade e nao pode ficar em ultimo se ta em 166. O blogue ta dizendo ai que foi o pior desenpenho em emprego ate hoje e foi os melhor em saude e educacao, voce naum sabe.ler nao é? Olha a tabela ai menimo.......
Foi o pior e isso é vergonha pra nós.
Foi o pior em emprego/renda e vem melhorando muito em saude e educacao, pois os numero nao mentem. Essa e a realidade e nao se esconde nada aqui, ate a grade de todas as pesquisa tem aqui. Esse blogue e organizado porque mostra tudo detalhado sem esconder nada, e nao so a manchrte que os outro blogue mostraro ai. Parabens daniel pela organizacao e nao caia nessa poliyicagrm de ficar detonando ningueim, é issso que faiz seu nlogue difetrnte dos otros. Valeu m es mo.
Explicação sensacional, tava precisando esclarecer algumas coisass.
O melhor mpmento de emprego e renda em poco branco foi em 2007 com Roberto Lucas como prefeito. Valel ai pela tabela.
Roberto Lucas tambem foi o pior em educaçao de todos os tempos..
a verdade e que atender todas as áreas e necessidades de um município como Poço branco e um grande desafio, algumas áreas devem ser priorizadas isso e normal e para mim saúde educação e segurança devem esta em primeiro lugar sim.
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