12 de abr de 2011

CAMPANHA

MÁFIA DO COMBUSTÍVEL NO BRASIL


Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo)  a gasolina custa R$ 1,45 o litro? E sem adição de álcool. Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool? Qual é a mágica?

Você sabia que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” o Brasil  já é autossuficiente em petróleo e possui a terceira maior reserva de petróleo do mundo? Realmente só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,99 o litro (em Natal): a ganância do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira  que refina o petróleo que é explorado no território do Brasil. Chega!

Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa. Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 4,00 por litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial. Unindo todos em favor de um bem comum.

Existia  uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte  que nunca  fez sentido e não tinha como dar certo.  A campanha “Não compre Gasolina” - em certo dia da semana previamente combinado - não funcionou. Nos Estados Unidos e  Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de  Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos” - ao se recusarem a comprar gasolina.

Além do que, se você não compra gasolina hoje, vai comprar muito mais amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio  consumidor do que um problema para os donos de postos. Mas houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em relações de comércio e leis de mercado, que pensou nesta idéia (relatada abaixo) e propôs um plano que realmente funciona.

Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os comparadores que, por serem milhões e a grande maioria, controlam e ditam as regras do mercado e não os donos de postos que são uma “meia-dúzia”. Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós, os consumidores precisam entrar rapidamente em ação. O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem a produz, na  parte mais sensível do corpo humano:  o bolso. Ã solução é não comprar a gasolina deles. Mas como?

Considerando que todos nós dependemos de nossos carros,   e não podemos deixar de comprar gasolina, GNV, diesel ou álcool, podemos promover um impacto tão forte a ponto dos  preços dos combustíveis caírem. Se todos juntos agirmos para forçar uma guerra de preços entre eles mesmos. É assim que o mercado age. Isso é Lei de Mercado e Concorrência.

Aqui está a idéia: para os próximos meses não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, a Petrobras (Postos BR). Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção, a reduzir os preços de seus próprios produtos para recuperar o seu mercado. Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc.) terão que seguir o mesmo rumo para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias  de mercado.

Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer! Chama-se Lei da Oferta e da Procura. Mas, para haver um grande impacto, precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás. É realmente simples. Continue abastecendo e consumindo normalmente. Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um BR (Petrobrás). Porque a BR?

Por se tratar da maior companhia distribuidora do Brasil  (e consequentemente com maior poder sobre o mercado  e os preços praticados) o boicote a Petrobras traria um impacto violento e de consequências invariavelmente conhecidas: a queda dos preços. Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.

Texto extraído da Internet (Por Elionay Barbosa).

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